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sábado, 7 de novembro de 2015
Brasília, a inimiga do Brasil COMPARTILHE URGENTE !!!
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
DILMA ESTÁ DOANDO GRÃOS DO BRASIL PARA CUBA
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
sábado, 19 de setembro de 2015
Pat Condell - A maldição do feminismo progressista.
sábado, 1 de agosto de 2015
Escravidão - Verdade escondida!
HISTÓRIA
DE FATO, O QUE REALMENTE ACONTECEU!
Hoje
nem todos conhecem e entendem essa realidade, ou o papel que muçulmanos e
negros de tribos guerreiras desempenharam na venda e compra de escravos. A
maioria dos grupos muçulmanos e grupos negros de pressão política que utilizam
certas situações do passado para reivindicar certos direitos demonstram
desconhecimento da história da escravidão.
O
fato é que os cristãos brancos compravam escravos negros vendidos por
mercadores muçulmanos africanos, que os adquiriam de tribos africanas que
travavam guerras contra outras tribos, matando, estuprando, saqueando e
capturando os sobreviventes para vendê-los como escravos.......
Contudo,
os muçulmanos do Norte da África fizeram muito mais do que só se envolver no
aprisionamento e escravização de negros: Eles atacavam os litorais da Europa
para capturar brancos e vendê-los nos grandes mercados de escravos da África.
De
acordo com o Professor Robert Davis, da Universidade de Ohio, os muçulmanos
africanos não se limitavam a transformar em escravos apenas os europeus capturados
em guerra. No período entre 1530 e 1780, eles atacavam e aterrorizavam
sistematicamente os litorais da Europa no mar Mediterrâneo em busca de pessoas
para vender como escravas nas cidades africanas de Argel, Túnis e Trípoli. O
Professor Davis escreveu que mais de um milhão de europeus foram levados à
força para a África. O Mediterrâneo veio a se tornar um “mar de medo” para os
europeus que viviam perto dos litorais, principalmente camponeses,
trabalhadores de fazendas e pescadores. Até mesmo grandes cidades como
Barcelona, Genova e Nápoles não estavam a salvo de invasões e ataques de
corsários muçulmanos. Esses piratas caçadores de escravos chegaram até mesmo a
atingir regiões litorâneas do oceano Atlântico:
Em
1627, quatrocentos habitantes da Islândia (país europeu com população
evangélica branca de cabelo loiro e olhos azuis) foram aprisionados e
transportados como escravos para a África, para nunca mais voltarem.
Em
1631, os habitantes de uma vila inteira na Irlanda foram atacados de surpresa e
capturados pelos africanos. De acordo com o jornal inglês Guardian Unlimited:
“Milhares de cristãos brancos eram sequestrados anualmente para trabalhar como
escravos remadores de galeras, trabalhadores braçais e amantes dos senhores
muçulmanos no que é hoje o Marrocos, Tunísia, Argélia e Líbia”
A
vida dos escravos brancos na África não era melhor do que a vida dos negros
africanos no continente americano: eles eram obrigados a trabalhar em casas,
fazendas, pedreiras, minas de sal e construção de estradas, ficando reservado
às jovens brancas o “trabalho” de servir sexualmente os africanos. Todos
sofriam torturas para se converter ao islamismo e estima-se que metade deles
morria no cativeiro devido a rações de péssima qualidade, trabalhos pesados,
surras e pragas. No século XVIII algumas nações europeias começaram a pagar
resgate para libertar alguns europeus escravizados na África. Os países
europeus que não queriam ser alvo de ataques de piratas muçulmanos africanos
eram obrigados a pagar uma pesada taxa anual.
Até
mesmo o Império Britânico, com sua grande marinha, não se aventurava a
enfrentá-los militarmente, talvez também por causa de suas amargas experiências
do passado. Só entre 1609 e 1616, 466 navios ingleses foram capturados. Entre
1677 e 1680, outros 160 navios ingleses foram aprisionados pelos muçulmanos
africanos. Nas décadas seguintes, os ingleses continuaram sofrendo perda de
ainda outros navios, cujas tripulações e passageiros foram igualmente
escravizados, até que, humilhado, o poderoso Império Britânico reconheceu a
necessidade de pagar as taxas anuais exigidas pelos piratas africanos.
Historiadores
e fatos históricos das regiões que eram alvo dos navios africanos, estimam que
o número de escravos brancos sequestrados e levados a força para a África, era
de 3 à 4 vezes maior que o número de escravos negros na Europa e Américas, e
começou 400 anos antes de se ouvir falar em escravos negros na Europa e
América.
..................
Alguns livros a respeito: White Slaves, African Masters
Baepler, PaulChristian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the
Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800 [Escravos Cristãos,
Senhores Muçulmanos: Escravidão Branca no Mediterrâneo, Costa Bárbara e Itália,
1500-1800], conclui que 2 milhões a 3,25 milhões de brancos acabaram na
escravidão.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
A diferença entre Câmara e Senado
Bem, o Senado Federal é tido como a Casa revisora do Legislativo. A maior parte dos Projetos de Lei é elaborada na Câmara dos Deputados – até mesmo por uma questão constitucional. Já o Senado – que também tem a incumbência de criar leis, embora em menos freqüência e em menor número que a Câmara – fica incumbido de analisar criteriosamente os projetos elaborados pelos deputados.
A estrutura política do Congresso Brasileiro, em tese, é extremamente bem montada. O Senado é uma casa de "senhores" – para ser senador é obrigatória a idade mínima de 35 anos; já a Câmara é uma Casa para pessoas mais jovens – requer idade mínima de 21 anos. Os mais jovens – com suas idéias mais ousadas – elaboram projetos, e os senadores – tidos como a voz da experiência – revisam os revisam e avaliam. Aliás, a palavra Senado tem origem no termo senex, que em latim quer dizer "velho".
O Senado representa as Unidades da Federação (os Estados). Por isso, independentemente de quantos eleitores tenham cada Estado, são impreterivelmente três senadores representando cada UF no Distrito Federal. A Câmara representa o povo, a população brasileira. Por isso a proporção de deputados é definida a partir do número de habitantes de cada Estado.
Outra peculiaridade determinante na diferença entre as duas Casas é a própria estrutura física dos palácios (veja foto acima). A Câmara dos Deputados tem a copa voltada para cima, ou seja, está aberta ao que vem de fora, tem um contato maior com o povo, representa a população… Já o Senado tem a copa virada para baixo, uma vez que é um representante mais fechado apenas às Unidades da Federação.
Atribuições
Algumas atribuições são exclusivamente do Senado Federal, e outras restritas à Câmara dos Deputados.
Ao Senado compete, em caráter único e exclusivo, processar e julgar o presidente, o vice-presidente, os ministros de Estado e dos Tribunais Superiores; aprovar a escolha de magistrados, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), de presidentes e diretores do Banco Central, do procurador-geral da República e de embaixadores; autorizar operações financeiras de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios; além de fixar limites da dívida pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios.
Agora, os poderes da Câmara: só os deputados podem autorizar a abertura de processo contra o presidente, o vice-presidente e os ministros de Estado; cobrar as contas do Executivo Federal quando não apresentadas ao Congresso no prazo de 60 dias depois da abertura da sessão legislativa
Agora, os poderes da Câmara: só os deputados podem autorizar a abertura de processo contra o presidente, o vice-presidente e os ministros de Estado; cobrar as contas do Executivo Federal quando não apresentadas ao Congresso no prazo de 60 dias depois da abertura da sessão legislativa
Congresso Nacional
Existem, também, as atribuições do Congresso Nacional – união entre Câmara e Senado –, que tem como presidente o mesmo comandante do Senado.
Votar medidas provisórias, vetos presidenciais, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Plano Plurianual de Investimentos e o Orçamento Geral da União (OGU); dar posse ao presidente e ao vice-presidente da República; autorizar o presidente e o vice a se ausentarem do país por um período superior a 15 dias; autorizar o presidente a declarar guerra, celebrar a paz, permitir que forças estrangeiras entrem no país e que forças brasileiras saiam; aprovar o estado de defesa, a intervenção federal e o estado de sítio e suspender qualquer uma dessas medidas; deliberar sobre tratados; fixar remuneração dos senadores, deputados, presidente, vice-presidente e ministros; julgar as contas do presidente; apreciar os atos de concessões de rádio e televisão; autorizar referendos e convocar plebiscitos; aprovar iniciativas do poder Executivo no que tange a atividades de energia nuclear. Tudo isso é atribuição do Congresso.
fonte- http://www.drsandro.org/
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